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Curiosidades TEMPO DE LEITURA: 6 MIN

Estudar na Europa: guia definitivo para brasileiros em 2026

Estudar na Europa é mais acessível do que parece. Veja países, custos, bolsas e como se preparar para realizar seu intercâmbio.

Vários estudantes felizes em ambiente universitário.
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Você sabia que alguns países da Europa pagam para você estudar lá? Em lugares como Alemanha e Noruega, é possível fazer faculdade praticamente de graça, mesmo sendo estrangeiro.

E isso é só o começo.

Se você sonha em estudar fora, a Europa pode ser um dos caminhos mais acessíveis, completos e estratégicos.


Neste guia, você vai entender tudo: custos, bolsas, países mais procurados, idiomas e como se preparar.

Estudantes feliz em ambiente universitário.

Por que estudar na Europa é tão atrativo?

A Europa reúne alguns dos sistemas educacionais mais antigos e respeitados do mundo.

Universidades como Oxford, Sorbonne e Universidade de Bolonha formam profissionais há séculos. Aliás, a Universidade de Bolonha, na Itália, é considerada a mais antiga do mundo ainda em funcionamento.

Além disso, estudar na Europa oferece vantagens práticas:

  • Possibilidade de estudar em vários idiomas;
  • Facilidade para viajar entre países;
  • Alto reconhecimento internacional do diploma;
  • Contato direto com diferentes culturas.


Outro fator importante é o custo. Diferente dos EUA, muitos países europeus têm ensino público acessível ou até gratuito.

Por isso, a Europa se tornou um dos destinos mais procurados por brasileiros.

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Quais são os melhores países para estudar?

A escolha do país depende muito do seu objetivo: custo, idioma ou qualidade de ensino.

Veja alguns dos destinos mais buscados:

Alemanha

A Alemanha é um dos países mais atrativos.

  • Universidades públicas com mensalidades gratuitas;
  • Cursos em inglês e alemão;
  • Forte mercado de trabalho.


O estudante paga apenas taxas administrativas, que podem variar entre €100 e €350 por semestre.

 

Portugal

Portugal é o favorito dos brasileiros.

  • Facilidade com o idioma;
  • Universidades que aceitam nota do ENEM;
  • Processo de adaptação mais simples.


Além disso, o custo de vida é mais baixo do que em outros países da Europa.

 

Irlanda

A Irlanda se destaca principalmente para quem quer estudar e trabalhar.

  • Permite trabalho durante os estudos;
  • Forte presença de multinacionais;
  • Excelente para aprender inglês.


Não é à toa que o país virou um dos destinos mais populares para intercâmbio.

 

França

A França combina tradição e custo acessível.

  • Universidades públicas com mensalidades reduzidas;
  • Diversas bolsas para estrangeiros;
  • Cursos em francês e inglês.

 

Além disso, estudar em Paris ou Lyon é uma experiência cultural única.

 

Espanha e Itália

Esses países oferecem excelente custo-benefício.

  • Mensalidades mais acessíveis;
  • Clima e cultura próximos do Brasil;
  • Boa qualidade de ensino.


E ainda existe a vantagem da proximidade cultural, que facilita a adaptação.

Estudante de religião muçulmana sorrindo

Dá para estudar de graça na Europa?

Sim, e isso surpreende muita gente.

Alguns países oferecem ensino gratuito ou quase gratuito, principalmente em universidades públicas.

Exemplos de países com baixo custo:

  • Alemanha;
  • Noruega;
  • Finlândia (para alguns programas);
  • França (com taxas reduzidas).


Além disso, existem diversas bolsas de estudo.

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Principais bolsas para brasileiros

  • Erasmus Mundus;
  • Bolsas do governo francês;
  • Programas do DAAD (Alemanha);
  • Bolsas de universidades específicas.


Essas bolsas podem cobrir:

  • Mensalidade;
  • Moradia;
  • Alimentação;
  • Passagem aérea.


Por isso, se planejar com antecedência faz toda a diferença.

Rapaz na universidade com fones de ouvido ao redor do pescoço e mochila nas costas.

Preciso falar outro idioma?

Na maioria dos casos, sim.

Mas isso não é um problema tão grande quanto parece.

Hoje, muitas universidades oferecem cursos em inglês, mesmo em países que não têm o idioma como oficial.

Ainda assim, dominar o idioma local pode abrir mais oportunidades.

Principais idiomas exigidos


Normalmente, é exigido um certificado como:

  • IELTS
  • TOEFL
  • DELF (francês)
  • TestDaF (alemão)


Além disso, estudar o idioma antes de viajar ajuda muito na adaptação.

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Quanto custa estudar na Europa?

O custo varia bastante de país para país.

Mas, em média, você deve considerar:

Custos principais:

  • Mensalidade: gratuita até €10.000 por ano;
  • Moradia: €300 a €1.000 por mês;
  • Alimentação: €150 a €400 por mês;
  • Transporte: €30 a €100 por mês.


Países como Alemanha e Portugal tendem a ser mais baratos. Já Suíça e Irlanda costumam ter custo mais alto.

Por isso, planejar financeiramente é essencial.

Reunião de estudantes em biblioteca.

Como funciona o processo de aplicação?

O processo pode parecer complicado no início, mas seguindo um passo a passo fica mais simples.

Etapas principais

  • Escolher o país e o curso;
  • Verificar os requisitos da universidade;
  • Preparar a documentação;
  • Fazer a inscrição;
  • Solicitar o visto de estudante.


Entre os documentos mais comuns estão:


E aqui está um ponto importante que muita gente subestima.

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A Itália vai além da cidadania: estudar também é uma opção

Muita gente associa a Itália apenas ao tema da cidadania italiana, principalmente após mudanças recentes como o Decreto Tajani.

Mas existe um detalhe importante.

Você não precisa ter cidadania italiana para estudar no país.

É possível solicitar um visto de estudante e viver legalmente na Itália durante o período do curso.


Além disso:

  • Universidades italianas são reconhecidas mundialmente;
  • Existem bolsas de estudo regionais;
  • O custo pode ser mais acessível do que outros países.


Ou seja, mesmo que a cidadania não seja o seu caminho agora, estudar na Itália pode ser uma excelente porta de entrada para viver na Europa.

Garoto estudante oriental sorrindo.
Sem documentos certos, o sonho pode travar

Aqui entra um ponto decisivo.

A maioria das universidades exige documentos traduzidos oficialmente.

Entre eles:


Se esses documentos não estiverem corretamente traduzidos, sua aplicação pode ser recusada.

E isso é mais comum do que parece.

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Como a eTraduções pode te ajudar

A eTraduções atende mais de 3.000 clientes por mês e é especializada em tradução de documentos acadêmicos e pessoais.

Você pode contar com:


Além disso, a empresa trabalha com idiomas como inglês, espanhol, francês, italiano e outros, essenciais para quem deseja estudar fora.

Se você quer evitar erros e atrasos no processo, essa etapa não pode ser deixada para depois.

Grupo de estudantes reunidos.

FAQ: dúvidas comuns sobre estudar na Europa


1. Dá para estudar na Europa sem cidadania?

Sim. Basta solicitar um visto de estudante no país escolhido.

 

2. Preciso traduzir meus documentos?

Sim. Universidades exigem documentos traduzidos oficialmente para análise.

 

3. Quanto tempo leva o processo?

Depende do país e da universidade, mas pode levar de 3 a 9 meses.

 

4. Posso trabalhar enquanto estudo?

Em muitos países, sim. Irlanda e Portugal são exemplos.

 

5. Preciso saber o idioma local?

Nem sempre. Muitos cursos são oferecidos em inglês.

 

6. Vale a pena estudar na Europa?

Sim. O diploma tem reconhecimento global e amplia suas oportunidades profissionais.

 

7. Quais documentos são exigidos para estudar na Europa?

Normalmente são exigidos diploma, histórico escolar, passaporte, comprovante de idioma e carta de motivação.

 

8. Preciso apostilar meus documentos?

Sim, em muitos casos é necessário fazer a Apostila de Haia para validar documentos brasileiros no exterior.

 

9. Posso estudar na Europa só com o ENEM?

Sim, algumas universidades em Portugal aceitam a nota do ENEM como forma de ingresso.

 

10. É possível estudar e trabalhar ao mesmo tempo?

Sim, muitos países permitem trabalho parcial durante o período de estudos.

 

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